Está preparada para encarar as novas tendências “pós-pandemia”?

Não! Sabemos que ela ainda não passou – estamos falando da pandemia. Mas algumas tendências vieram para ficar. Será que você vai querer trocar de casa depois que ler este artigo?

O Novo Normal

O “novo normal” passou a ser um termo largamente usado nos mais variados segmentos da nossa sociedade. Mas o que isso significa exatamente? Significa que tanto você quanto todos os demais seres urbanos (e não somente) precisaram se adaptar aos novos protocolos de convívio social. Junto com novos hábitos, novas necessidades, novos desejos e… novas tendências.

O modo de vivermos mudou. Comportamentos precisaram mudar e até algumas formas de relacionamentos não somente nos âmbitos pessoal e cultural mas também na forma como nos relacionamos profissionalmente, por exemplo.

Minha Casa Meu Home Office

Essa nova necessidade fez com que ambientes exclusivamente residenciais precisassem incorporar outros conceitos e utilidades além do que somente moradia, abrigo e descanso. As ações de trabalho passaram a ser vinculadas aos lares e o termo home-office ou teletrabalho passou a fazer parte do nosso jeito de falar. Ambientes que antes comportavam apenas famílias – pai, mãe, filhos – tiveram que se adaptar e passaram a absorver atmosferas corporativas que atendessem às demandas profissionais dessas pessoas.

O terceiro dormitório que antes mais parecia a “sala de jogos” – onde se joga tudo – teve que passar por um rearranjo para transformar-se no escritório da família ou até na sala de aula do caçula.

Muitas jornadas de trabalho – contrariando o que supunham empregadores antes da pandemia – foram ampliadas e até integralizadas às tarefas do cotidiano familiar.

Tudo isso gerou uma nova demanda por imóveis com esse “novo conceito”.

A boa notícia

Mas, se por um lado o trabalho veio para casa, por outro a possibilidade de se morar mais distante do tradicional local de trabalho viabilizou aquele tão sonhado desejo de morar fora dos grandes e estressantes centros urbanos e de se libertarem do deslocamento diário em um trânsito torturante. A qualidade de vida proporcionada ao se viver em locais mais tranquilos virou realidade. O “novo normal” impondo de forma compulsória a transferência do local de trabalho para o ambiente doméstico trouxe à existência um modelo que se pensava impossível ou no mínimo complicado demais para se implementar. A pandemia acelerou um processo que para certos segmentos de negócios já era uma forte tendência e em alguns casos uma realidade. Os escritórios de improviso passaram a ser cada dia mais comuns e tanto empresas quanto profissionais perceberam que não precisavam mais de grandes repartições e salas repletas de estações de trabalho. As pessoas perceberam que suas casas, a partir de então, é que precisariam ser combinadas não somente a um novo cômodo, o home-office, mas que suas salas e áreas de estar precisariam ser ampliadas para lhes proporcionar mais conforto e porque não dizer, produtividade.

Custo benefício

Esse novo perfil de moradias podendo ser construídos mais distante dos supervalorizados metros quadrados dos centros urbanos oportuniza também um custo benefício imensamente mais atraente do que oferecem os concorridos imóveis atuais.

O lar doce lar ganha novo conceito e as nossas vidas mais qualidade. E aí? Sua casa está preparada para esse novo mundo? Se precisar da nossa ajuda clique aqui.

Esse texto deveria contemplar também a questão dos singles em como transformar o segundo quarto num escritório. Porém, achei mais adequado tratar disso num novo artigo específico que pudesse abranger não somente aqueles que já possuem um segundo quarto mas despertar o desejo de compra daqueles que moram em uma kitnet ou apto de um dormitório. Sem falar que ambos são de nichos completamente diferentes, os singles e as famílias que passaram a exercer teletrabalho. O que achas? Posso desenvolver mais esse e tratar dos dois assuntos também se preferires.


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